31/07/2015

Como fazer granola caseira

Há muito tempo, em um reino muito distante, eu não gostava de granola. Por motivo de: sempre me engasgava quando comia. Hahaha, seria engraçado se não fosse verdade, e, se hoje eu não tivesse o mesmo sentimento por cuscuz #cadaumcomsuasdificuldades. Mas de volta pra granola. Um dia eu aprendi que “granola” não era 1 coisa específica, mas uma receita eternamente mutável que envolvia mistura de oleoginosas, grãos, algum óleo e algum adoçante. Cada marca faz a sua e só por que você não gosta de 1 tipo não quer dizer que você não goste de granola em geral.

Então comecei a minha busca pela granola perfeita: doce mas não tanto, sem passas, se tiver toquezinho de canela, melhor! Isso tudo sempre de olho se tinha conservante, açúcar refinado ou qualquer outra coisa desnecessária na lista de ingredientes. Até que me surgiu a brilhante ideia de fazer a minha própria! E olha, né por nada não, mas que delícia que ficou. Ainda dá pra fazer a porção no tamanho que você quiser (é só guardar em um pote vedado, que nem a granola industrializada) e alterar as quantidades ao seu gosto. Fora o prazer de saber de onde estão vindo todos os ingredientes, e que está sendo feita pela pessoa que mais te ama no mundo: você mesmo.

granola-04

Vem acompanhar essa receita que é easy, breezy, beautiful cover girl comigo:

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31/07/2015

Vamos falar de back up?

Vamos falar de coisa séria, vamos falar de back up do seu blog. Aquela coisinha que a gente só entende a necessidade quando vive na pele.

back-up-blog Uns meses atrás, em março, eu reformulei o blog, defini a linha editorial dele e, apesar de precisar balancear com a vida corrida daqui de Los Angeles, estava apaixonada pela carinha que ele estava tomando. Então foi com um aperto do coração que eu soube, essa semana, que o meu servidor deu problema. Bom, problema no servidor não é algo que eu desejo pra nenhum blogueiro; mas caso o tenha, TENHAM BACK UP; o meu último era de fevereiro, ou seja, perdi tudo que veio depois disso (kuén, kuén, kuén). Dos males o menor, perdi os posts novos, comentários, likes e vibe positiva (vou tentar repostar alguns, os meus xodós) e tenho 2 opções: sentar e chorar ou voltar a encher isso aqui de conteúdo lindo pra inspirar vocês.

Claro que escolhi a segunda opção e vou até dar um gás extra essa semana pra acelerar o processo. :)

Enquanto isso, fique à vontade pra circular pelos posts old but gold: tem o editorial de balé fotografado pela Luisa, que de tão lindo eu imprimi e coloquei na minha parede; o meu passeio de despedida do Rio pelo Paço Imperial todo fotografado no filme, meu coração se enche de amor só de olhar essas fotos; os meus argumentos nada científicos sobre porque você deve fotografar com filme; e o meu go to quando dá saudade da minha terrinha, Maceió, fotos e dicas do passeio de SUP por um dos mares mais lindos que eu já vi.


→ Dicas, sugestões, elogios são sempre bem vindos. Mas agora eles são mais do que necessários! Amor nos comentários, por favooor. E fiquem por perto que vem muita coisa boa!

 

Vem que tem mais coisa boa

15/03/2015

Presentinho: blog planner

Infelizmente, o blog passou por uns buracos na estrada e acabei perdendo alguns posts. Incluindo um dos meus favoritos de todos os tempos: o blog planner feito por mim para você.

Mas vou repostar o link pra download pra quem ainda não fez. Lembrando que o planner vai de Abril/15 a Março/16, aproveita que dá tempo de usar muito e tá fofo demais! :)

blogplanner_01

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02/02/2015

Assisti e recomendo: edição Janeiro

Desde que o ano começou, eu venho anotando os livros que eu venho lendo e os filmes que eu venho assistindo, eu sei que essa listinha (aloka das listas, prazer) vai me dar alguma informação bacana em algum momento, sobre mim, sobre a fase da minha vida, etc. Como happiness is only real when shared, vou compartilhar a minha lista com vocês e destacar os meus 3 favoritos: assisti e recomendo. Pretendo fazer isso todo mês e essa é a edição de janeiro, se aconchegue e vem comigo.

Não demorou muito e eu já notei que estou numa fase Segunda Guerra Mundial e buscando entender (será que é possível?) um pouco o nazismo, um filme me faz buscar outro, sabe como é? De 10 filmes que eu assisti esse mês, 3 foram sobre o assunto e 2 deles estão no top 3. Clássicos, é verdade, mas assim como eu que nunca tinha visto, sei que esses nomes familiares demais às vezes vão ficando lá embaixo na ordem de prioridade da lista de muita gente.

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29/01/2015

Ilustra: Pele sobre o Papel

Pra não deixar a mão travar e o cérebro esquecer da paixão por desenho, uns rabiscos de vez em quando são necessários. Essa semana eu compartilho uma ilustração que tem significado especial pra mim. Discretamente, ela fala sobre intimidade, simplicidade (afinal, é papel, nanquim e  nada mais  finilização digital) e sobre superar a auto-censura e ser você. :)

Pele sobre o Papel, uma ilustração em nanquim

menina_nanquim

A ideia para ela surgiu de um desafio em finalizar 1 ilustração (em uma época que a ansiedade era tanta que eu não conseguia chegar ao final dos meus projetos).

Vamos largar a censura à própria expressão e tentar? :)

Vem que tem mais coisa boa

19/01/2015

5 motivos para assistir Downton Abbey

Naquela retrospectiva mental de 2014, bem menos filosófica do que as que a gente publica (aqui), fiquei pensando nas séries e filmes que eu assisti. Por empurrãozinho do destino, do tédio e do Netflix, comecei a ver Downton Abbey, que eu já tinha ouvido falar muito bem – mas daquelas pessoas que não fazem parecer algo tentador, sabe como é?

Em resumo: assisti, amei, me apaixonei, a série está entre uma das minhas favoritas, e olha que a lista de candidatos é longa!

Me inspirei com o episódio de Natal lançado dia 25 de dezembro – motivo bônus pra amar essa série, enquanto as outras te abandonam nessa época do ano e só querem saber de passar o feriado com a família, Downton te traz um episódio especial de Natal com 1 hora e 40 min de duração. E apresento os 5 motivos mais legais de assistir Downton Abbey,  que apesar de parecer, não pronuncia “downtoWn”.

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06/01/2015

Um dia no paraíso: Japaratinga, Alagoas

O telefone toca, é aquela minha amiga – aquela que risca as próprias fotos e escreve poesias. Ela me joga um abacaxi e desliga. Pediu pra eu indicar um lugar paradisíaco no nordeste onde ela pudesse escrever poesias, ficar sozinha com os seus pensamentos, só ela e o mar.

Imaginou a pressão? Ah, não faz isso comigo não. Eu, que não sou boba nem nada, chamei ela pra vir aqui pertinho de casa, em Japaratinga, fica a umas 2 horas de Maceió, de badalação só tem o  som do carro do vizinho (que toca todo final de tarde, impreterivelmente, infelizmente não é bossa nova), e o único stress é escolher o fator de proteção do filtro solar.

Aproveitei que a data dela bateu com as minhas férias em Maceió e fui lá passar um dia na minha própria indicação. ♥

Vamos às provas fotográticas

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01/01/2015

Balanço de 2014 e 3 metas para 2015

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Virada do ano de laranja: criatividade e energia pra 2015!

 

Ver as incontáveis publicações de “melhor ano de todos” me fez pensar se todo mundo teve um ano incrível mesmo, se isso era a “magia” das redes sociais ou se eu só estava cri cri por que não gosto de clichês e agora já não poderia mais dizer que 2014 foi o melhor ano de todos pra mim!

Última opção com certeza.

“Todo dia faça algo que te bota medo”. Nunca concordei com isso, imagina a ansiedade que isso iria causar toda manhã se eu seguisse esse lema. Mas, de certa forma, o meu ano foi assim. Quanta coisa me botou medo! Algumas eu superei, outras eu agi como uma criancinha, mas se tô aqui hoje, já tá bom.

Mas, ah, que ano lindo! Não por que foi tudo cor de rosa, acho que justamento o contrário, por que eu aprendi que todas as cores tem a sua beleza.

Desde que eu me mudei para o Rio, ir “passar as férias em casa” sempre foi o meu porto seguro, a certeza que, ainda que o semestre fosse bem difícil, no final dele eu estaria em casa.

 Então, em 2014, dentre as coisas que marcaram meus feitos pessoais: eu passei o primeiro verão no Rio de Janeiro trabalhando (e entendi que Rio 40º não era uma hipérbole), eu também, em algum momento por volta de abril, criei coragem pra ir atrás do que o meu coração pedia, eu me demiti, me (re) apaixonei – não necessariamente nessa ordem, mas foi nessa ordem -, eu fiz meu TCC com muita realização de ter posto nele tanto carinho diante de todas as dificuldades que eu encontrei no processo, eu tive muitos corações me ajudando, eu tive clareza pra enxergar essas almas lindas, eu fortaleci grandes amizades, – sem as quais eu estaria escrevendo isso aqui com o coração um pouco mais vazio- eu me formei, eu (re)descobri a fotografia e a importância que ela tem para mim depois de 5 anos fotografando, eu me descobri como artista, eu fiz a minha primeira exposiçãoeu fiz mais amizades, eu abdiquei de coisas, nossa, quantas decisões eu tomei, eu cuidei da minha saúde (mas ainda posso cuidar mais), eu enfrentei mais coisas e abdiquei de mais algumas.

Alguns casos são “concretos” – emprego, faculdade, cidade – outros são mais subjetivos e talvez ninguém além de mim entenda o que significa, talvez nem eu. Mas eu sei que várias sementinhas foram plantadas esse ano e sei da grandeza disso dentro de mim. E é por isso que 2015 promete muito crescimento! De espírito, de coração, de mente, de amor, essas são as minhas previsões, pronto, escolhidas! Desejaremos menos coisas, menos beleza, menos reconhecimentos dos outros, esperaremos menos justiça do universo e reconheceremos mais, investiremos no que importa. Em 2015, o meu objetivo é ter a motivação correta.

Agora vamos à 2015 e às minhas metas, não aquelas do tipo “voltar pra academia”, essas entram na minha lista de “criar vergonha na cara”, não nas metas:

cliche
1) Parar de fugir dos clichês: Cair num clichê é um medo tão grande meu que às vezes me vejo super analisando coisas bobas e perdendo tempo com besteira. Em 2015, que as selfies alheias não me incomodem mais. Já mereço 3 estrelinhas por estar fazendo esse post né? O pai dos clichês, o onipresente do 1º de janeiro – e que bom que assim seja, reflexão é sempre bom. ♥

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Com cores e, por que não, com flores.

2) Diversificar a minha alimentação: Esse ano eu aprendi a me conscientizar dos riscos dos industrializados, e a minha alimentação ficou mais natural. Agora quero valorizar ainda mais os alimentos que vem da terra, não só os “super-food”, o próximo passo é aprender que todo alimento é um “super-alimento” se for consumido com moderação, por pratos mais coloridos e por mais experiências gastronômicas em 2015. (Amei que o Modices concordou comigo na previsão! Woo-hoo!)

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Em busca de um lar

3) Ter a minha parede: Dizem que a sua maior virtude às vezes se torna uma fraqueza né? (Ou eu inventei isso?) Pois bem, ser tão fã de mudanças e viajar com a frequência que eu viajo às vezes me causa uma inconstância e me impede de fazer algumas coisas que eu gostaria – pagar o trimestre da academia, ter um cachorro, reformar o meu quarto, por aí vai. Quando viajei do Rio para Maceió no começo de dezembro, em uma mini-despedida, eu pedi uma ilustração para algumas amigas minhas que eu quero carregar sempre comigo pra lembrar o quanto elas me inspiraram a criar nesse tempo no Rio, essas ilustrações (que, literalmente, saíram melhores do que as encomendas) agora precisam de uma parede, ainda que semi-temporária. Por um 2015 com endereço fixo, que seja eterno enquanto dure.

Espero que a gente se cruze por aí em 2015! Feliz ano novo!

Vem que tem mais coisa boa