Diário de Viagem #2: cidade do México

Diário de Viagem #2: cidade do México

Há mais ou menos 2 anos, eu estava estudando História da Arte: Perspectivas Não Ocidentais (que aula, por sinal) e tive uma compreensão bem mais profunda da magia – não tem outra palavra pra isso – que foi a cultura nativa norte americana. Dos astecas a todos os outros povos não conhecidos que ocuparam Teotihuacan, fizeram dela uma das 6 maiores cidades do mundo. O avanço de engenharia, arte e espiritualidade que até hoje refletem nas cidades mexicanas fizeram eu querer MUITO ir lá conhecer. Pouco tempo, e um namorado mexicano, depois – rs – esse é a parte 2 do meu diário de viagem para cidade do México. Vem comigo.

Na parte 1, eu dividi as primeiras impressões das pirâmides do Sol e da Lua. Agora, eu vou mostrar um pouco da beleza dos mercados e Museo Nacional de Antropología. Cada área da cidade do México tem, de uma forma ou de outra, uma estrutura semelhante: uma praça principal com um mercado de comidas tradicionais y una iglesia. Aliás, me falaram que todo mundo passa mal com a comida de lá e que é difícil achar comida vegetariana, 2 coisas que eu não experimentei nem de longe! Ufa .

Falar que as cores do México são lindas é constatar o óbvio? Sei lá, parece tão clichê, mas representa tão bem a minha viagem dizer que as melhores coisas foram comidas, pessoas e cores. Uma das coisas que mais me admira é como os mexicanos valorizam a própria identidade, talvez sem nem ter consciência disso. Eles separam a cultura pré e pós hispânicas sem cerimônias. No nome das ruas impronunciáveis, nas comidas e preparações milenares e no artesanato, tudo tem história pra contar.

Eu ficava tão eufórica e sobrecarregada com tanta coisa linda pra comprar vs. lidar com autocontrole que desenvolvi uma estratégia: eu estabelecia um valor em dólar que eu ia gastar naquela loja, dependendo de quão únicas fossem as peças. Para referência, 50 dólares compram a loja toda. Ah, mas é claro que eu precisava trazer esses padrões pra casa, referência e inspiração instantâneas.

Fiquei completa e oficialmente obcecada por alebrijes, esses bichinhos coloridos. Eles são uma tradição que sintetizam bem as crenças mexicanas: elevação estética, espiritualidade (representam forças maiores que a nossa) e diversão. Muito lindos, quanto mais inesperado, melhor. Depois que assisti Coco fiquei ainda mais feliz de ter um pra chamar de meu.

Museo Nacional de Antropología

A última vez que vi essa Piedra del Sol eu estava tentando recriar um relógio com a luz solar pra passar de ano. Talvez eu seja daquelas que lembrem mais das figurinhas do que dos fatos dos livros de história, mas fez parte da minha infância e fiquei muito emocionada de ver ao vivo!

Esse post é parte de uma série, não deixe de acompanhar os outros!

Parte 1: Teotihuacan       |      Parte 2: Mercados e Antropologia        |    Parte 3: em breve 

 

||||| -1 Gostou? |||||

Você também vai gostar

Deixar comentário

Deixar comentário Your email address will not be published